terça-feira, 18 de novembro de 2014
Seduc encerra formação do Programa de Intervenção Pedagógica
A
Secretaria de Educação, por meio do Núcleo de Alfabetização e
Letramento, encerrou nesta semana, entre os dias 11 e 13, no
auditório da E.M. Pedro Pacheco de Souza, a formação do
Programa de Intervenção Pedagógica (PIP). Constituída de quatro
encontros, totalizando 16 horas de duração, a capacitação teve
início em agosto e contemplou cerca de 200 professores e pedagogos
que atuam na rede municipal de ensino.
Ao
longo de toda a formação, os educadores debateram sobre
Consciência fonológica; jogos e atividades digitais na
apropriação do sistema de escrita alfabética; leitura e
compreensão de textos na alfabetização; aprendizagem e ensino: a
sistematização do processo de alfabetização no 1ºCiclo e
Produção de Textos e Sequência Didática.
as
ações do PIP consistem no planejamento, acompanhamento e
monitoramento da prática pedagógica. Esse acompanhamento, segundo
ela, é feito nos diferentes estágios de aprendizagem e desempenho,
detectados nas avaliações externas e internas.
Professora
da rede e da E.M. Ápio Cardoso, em Nova Contagem, há 15 anos,
Shirlei Cristian Torres, foi uma das participantes da formação.
Para ela, esse tipo de evento é importante principalmente como
oportunidade para troca de experiências. ´”Muitas vezes, a gente
está tão envolvida no dia-a-dia da sala de aula, que desconhece
até mesmo a prática de um colega que trabalha na mesma escola.
Encontros como este são enriquecedores também por causa dessa
aproximação com outros profissionais”.
A
professora Marinete Carneiro Alves, que atualmente ocupa o cargo de
vice-diretora da E.M. Júlia Kubitschek de Oliveira, no bairro
Industrial, também aprovou a capacitação. Para ela, as formações
sempre despertam o educador para mudanças que contribuem para
elevar a qualidade na educação.
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Estudantes de Contagem conquistam prêmio na UFMG Jovem
“ A
escolha não foi aleatória. Os meninos ficaram interessadíssimos ao
saberem que algumas plantas têm efeitos medicinais”, diz a
professora. Das 22 espécies levantadas na pesquisa, os alunos
escolheram, por meio de votação, aprofundar o estudo sobre seis
plantas: arruda, amora, bálsamo, quebra-pedra, cana de macaco e
hortelã comum.
O
aprofundamento incluiu construção de portfólio, aplicação de
questionários na comunidadade para levantar opinião e
conhecimento sobre plantas medicinais, além de confecção de
herbário, catalogado com o nome popular e científico de cada
planta.
“ Achei
muito interessante saber que muitas vezes a gente pode substituir um
comprimido por um chá, o que é muito mais saudável”, relatou a
estudante Débora Natiele Machado dos Santos, 10 anos. Das plantas
estudadas, a arruda foi a que mais lhe chamou atenção por causa da
indicação para tratamento de conjuntivite.
O colega
Ryan Fernandes Henriques, de 10 anos, também se encantou com o
estudo sobre as ervas medicinais. “ Nunca tinha ouvido falar em
cana de macaco e muito menos quebra-pedra”, destacou o estudante
morador do bairro Sapucaias, que sonha em ser cientista.
O projeto
“Conhecendo e trabalhando a importância das Plantas Medicinais”
envolveu toda a comunidade escolar durante mais de seis meses.
Soletrando é sucesso entre os estudantes da Escola Paulo Cézar Cunha
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Alunos e Escola de Contagem recebem prêmio de Meio Ambiente
Atividades desenvolvidas nas escolas contribuem com a conscientização dos estudantes
Orgulhosa pela conquista da filha, a mãe
Sueli Pereira da Silva (39), agradeceu o incentivo. "Fico feliz pela
vitória da minha filha e também grata pela escola, que conta com
profissionais muito comprometidos e dedicados". A mãe, que também é
professora e pedagoga, lembrou que escola e família são de suma
importância no apoio ao desenvolvimento das habilidades dos estudantes.
Diretora da Escola Municipal José Ovídio
Guerra, Ialakelly de Souza, falou da importância do incentivo à
participação em concursos, sejam eles internos ou externos à escola,
como o Prêmio Belgo. "Na nossa escola, temos a cultura de participar de
todos os eventos que tenham premiações, para mostrar aos estudantes que
para vencer é preciso batalhar, se dedicar e correr atrás".
O Prêmio, além de estimular a competição individual, também busca sensibilizar o trabalho em equipe, por meio do Projeto Escola, que deve ter uma iniciativa coletiva, idealizada e elaborada, por um grupo específico de alunos e/ou professores, podendo envolver a sala de aula, a escola, o bairro ou a comunidade como um todo.
A Escola Municipal Vasco Pinto da
Fonseca faturou o primeiro lugar nessa categoria, conquistando o prêmio
de R$ 3,5 mil, com o projeto "Mãos que semeiam: saúde, sabor e arte",
iniciativa que envolveu 450 estudantes do ensino fundamental,
professores, voluntários e pais. Além da produção de horta e de plantio
de plantas medicinais, em locais alternativos; o projeto inclui o
trabalho de compostagem; realização de oficinas de gastronomia, paródia e
teatro.
A professora de Ciências e coordenadora
do projeto na escola Vasco Pinto, Mara Moreira, disse estar orgulhosa
pelo resultado conquistado por todo o grupo. "É sempre bom ganhar um
prêmio. Saber que os protagonistas são os estudantes, é melhor ainda.
Quando foram informados que o prêmio seria para a escola, e com isso
poderia ter benefícios para a Vasco Pinto, ficaram todos ainda mais
empolgados para ajudar", disse a professora.
O Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente, que já se encontra na 23ª edição, visa estimular os alunos a desenvolverem uma visão mais ampla da questão ambiental. É desenvolvido com a participação das escolas municipais e estudantes do 1º ao 9º Ano, espalhadas pelo Brasil que tenham, em sua região, unidades da empresa. Ao longo do ano letivo, os alunos realizam atividades, a partir do tema definido para a edição anual, e incorporam à reflexão aspectos relacionados à cidadania e à ética. Em Contagem e em Ibirité, o concurso é organizado pela empresa Belgo Bekaert Arames. Neste ano, o prêmio contou com a participação de 43 escolas municipais de Contagem e 16 de Ibirité.
Gestores debatem avaliação da aprendizagem nas escolas
Encontro abriu a série de reflexões sobre métodos avaliativos da aprendizagem
Representante da Seduc, a gestora de
Políticas Educacionais, Gleice Emerick, destacou que o encontro
representava o início de uma série de reflexões sobre os métodos de
avaliação, que subsidiará o desenvolvimento do trabalho nas escolas
municipais. A proposta, segundo ela, "inclui também a construção de um
mapa sobre a situação das unidades, evidenciando os projetos pedagógicos
e o fluxo de avaliações".
Para o palestrante, Rudá Ricci, a adoção
apenas da avaliação classificatória, ou seja, a da nota, que estabelece
ranking de desempenho entre os estudantes é uma prática perversa das
escolas. "Quando avalio meu aluno somente com prova, deixo de ser justo
na avaliação e há um empobrecimento da minha carreira, enquanto
educador".
A concepção de ciclo de formação humana,
de acordo com Rudá, exige a adoção da avaliação formativa, aquela que
acompanha o desenvolvimento de cada educando, com suas peculiaridades,
facilidades e dificuldades específicas. "No momento em que trabalhamos
para estimular no aluno o desenvolvimento da capacidade de
interpretação, autonomia e criticidade, massificar e padronizar a
avaliação é ir na contramão do papel de educador".
Diretora da Escola Municipal Nossa
Senhora Aparecida, no bairro Industrial, há três mandatos, Tereza
Cristina de Oliveira, aprovou o encontro para se discutir os métodos de
avaliação. "Achei muito produtiva a formação. Ficou claro que é possível
adotar algumas diretrizes para melhoria dos métodos avaliativos",
enfatizou a dirigente, lembrando que o processo deve ser dinâmico, com
planejamento, intervenções e aferição dos resultados.
Servidora na rede há 27 anos, a pedagoga
e professora na Escola Municipal Vereador José Ferreira de Aguiar, no
bairro Icaivera, Neide Santos, acredita que a melhoria na avaliação
exige maior discussão nas unidades de ensino. "Temos pouco tempo para
conversar com os profissionais, precisamos trocar mais informações sobre
os estudantes."
Para o colega de profissão, pedagogo,
nos turnos da manhã e tarde, na Escola Municipal Giovanini Chiodi, em
Nova Contagem, Vinícius Alves de São José, também acredita que maior
tempo de discussão entre o grupo pedagógico da unidade pode aprimorar a
avaliação.
Durante o evento, os participantes
debateram sobre os mais diversos instrumentos de avaliação tais como
provas objetivas, provas abertas, observação e registro, além da
autoavaliação (portfólio).
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